Titulo: A
culpa é das estrelas
Titulo
Original: The Fault in Our
Stars
Autor: John Green
Páginas: 288
Em A Culpa é das Estrelas, Hazel é uma paciente terminal de 16 anos que tem câncer desde os 13. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.
Eu juro que até agora estou tentando descobrir como vou
fazer essa resenha, me sinto totalmente egoísta, pois meu pensamento foi “eu
amo esse livro não quero dividir ele com ninguém e apenas meu” e tenho certeza
que pelo menos 98% que leram pensaram assim e ainda pensam. Não sintam raiva de
mim por esse meu pensamento queridos leitores, por favor.
Quando eu vi esse livro pela primeira vez, os
comentários a capa e afins eu pensei “Ok e mais um livro de romance que chegar
ao nível de vomitar” e sinceramente me sinto mal por ter pensado isso porque
depois de exatamente uns três meses acabei parando e procurando algumas resenhas
em o que eu me deparei? Com essa real estória na qual me apaixonei. Esse foi o
verdadeiro “julgar pela capa”, voltando ao contexto Hazel sempre sarcástica,
com suas respostas na ponta da língua e seus pensamentos distorcidos e sua sede
de conhecer Peter Van autor de seu livro de cabeceira Uma Aflição Imperial=UAI.
E pequena observação, está bem graças ao Falanxifor.
Mamãe: “Hazel, você já é adolescente. Não e mais criancinha. Precisa fazer amigos, sair de casa, viver sua vida.”
Eu: “Se você quer que eu aja como adolescente, não me mande para o Grupo de Apoio. Compre uma carteira de identidade falsa pra mim e aí eu vou sair à noite, beber vodca e tomar baseado.”
Mamãe: “Para início de conversa, não se toma baseado.”
Eu: “Viu? Esse é o tipo de coisa que eu saberia se você comprasse uma carteira de identidade falsa para mim.” Página 14
Quando sua mãe a obriga
a ir ao Grupo de Apoio ela se depara com Augustus/Gus o menino do sorriso
cafajeste e do andar idem na qual ela vira amiga de imediato. Tem 17 anos e
teve osteossarcoma aonde teve que perder um pouco
de uma das pernas e esta bem há um ano e meio. E dentro disso tudo tem Isaac melhor amigo de
Gus e menino que se comunica com Hazel por suspiros.
A cada página, palavra, capitulo ou o que seja você se
emociona, ri, segura o choro e os soluços e até uma gargalhada e sorriso bobo. As
metáforas do Gus e o jeito sarcástico não a ponto de ser exagero de Hazel completamente
me conquistam tiraram lágrimas infinitas mesmo nos momentos no qual não eram
para chorar. E simplesmente aquele livro no qual você começa a ler e já imagina
o final e completamente se engana quando chega ao meio final dele.
- Não posso falar da nossa história de amor, então vou falar de matemática. Não sou formada em matemática, mas sei de uma coisa: existe uma quantidade infinita de números entre 0 e 1. Tem o 0,1 e o 0,12 e o 0,112 e uma infinidade de outros. Obviamente, existe um conjunto ainda maior entre o 0 e o 2, ou entre o 0 e o 1 milhão. Alguns infinitos são maiores que outros. Um escritor de quem costumávamos gostar nos ensinou isso. Há dias, muitos deles, em que fico zangada com o tamanho do meu conjunto ilimitado. Queria mais números do que provavelmente vou ter e, por Deus, queria mais números para o Augustus Waters do que os que ele teve. Mas Gus, meu amor, você não imagina o tamanho da minha gratidão pelo nosso pequeno infinito. Eu não o trocaria por nada nesse mundo. Você me deu uma eternidade dentro dos nossos dias numerados, e sou muito grata por isso. Página 235
Muitas pessoas falaram que o livro era clichê que não
chegou a emociona e tudo mais, mais me diz, para você que livro te emociona? Um
enredo no qual tudo e sempre igual? Mesmo casais, mesmas estórias e mesma
melancolia que acontecem e todo final é feliz? Lembrando, eu não estou
criticando ninguém só estou falando minha pequena e sincera opinião. Esse livro
sim te uma pitada de romance mais totalmente diferente, de um jeito
completamente único que nos mostra que para amar ou viver uma história de amor
não precisamos ser completamente igual nos contos de fadas, não precisa de
completamente meloso, ficar se agarrando e afins e apenas demonstrar e não
desistir da pessoa que te faça bem mesmo que o seu futuro pode magoar a pessoa
que você ama mais como Gus disse: Não dá para escolher se você vai ou não vai
ferir neste mundo, meu velho, mas é possível escolher quem vai feri-lo. Eu
aceito as minhas escolhas. E eu aceito minha escolha de amar esse livro e ele
virar meu livro de cabeceira como UAI foi/é para Hazel.
Um pequeno aviso meus caros nem amanhã e depois de
amanhã vou postar no blog, ENEM sim o (in) feliz rs. Então segunda eu chego já
com o poste Essa semana e colocando tudo em dia para vocês meus queridos.
Beijos.





